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terça-feira, 19 de julho de 2016

Brasiliense promove evento para pagar tratamento de câncer do noivo

Campanha pela vida e pelo amor!

Vale compartilhar.


"A fase do choque já passou. Procuro ser positiva para que ele mantenha a esperança e se sinta motivado", diz Josy Mendes: galinhada será realizada em 7 de agosto

Fonte: Correio Braziliense


O casal descobriu a doença do homem de 34 anos uma semana após o noivado, já em estado avançado. Dinheiro arrecadado os ajudará a custear remédios, exames e o transporte do paciente para as sessões de quimioterapia


"Numa semana eu fico noiva e na outra descubro que posso perder o amor da minha vida". Esta foi a frase usada pela brasiliense Josy Mendes, 29 anos, para definir os momentos de angústia que tem passado ao lado do noivo, Adriano Alves, 34. O instrutor de autoescola foi surpreendido com um diagnóstico de câncer em estágio de metástase uma semana após o noivado, que ocorreu há menos de dois meses. Na corrida contra o tempo, a jovem resolveu organizar uma galinhada beneficente para ajudar a pagar os custos com o tratamento.

O evento será realizado em 7 de agosto, no Espaço de Funções Múltiplas de Planaltina (DF), a partir das 12h. Os ingressos, que custam R$ 10, dão direito ao almoço. Bingos, leilões e um bazar vão completar a programação. Nas redes sociais, amigos e conhecidos do casal se mobilizam para propagar o pedido de ajuda. A administração de Planaltina cedeu o espaço para o evento que terá apresentação de MPB promovido pela artista local Cida Avelar, que se sensibilizou com a causa.


Diagnóstico tardio
Segundo Josy, a doença de Adriano teve início no testículo. Ela conta que em um acidente de moto, em 2015, ele sofreu um trauma na região e precisou fazer uma cirurgia. A jovem, que é enfermeira, afirma que nos exames realizados à época, em um hospital público da capital, já era possível constatar a presença de células cancerígenas. De acordo com ela, os resultados só ficaram prontos quando o paciente já havia inclusive recebido alta. “Nós não sabíamos. O câncer evoluiu porque ele passou um ano sem tratamento por falha de informação ou negligência da rede pública”, lamenta.

Batalha diária
O diagnóstico de metástase, que é quando o tumor se espalha para outros órgãos, só ocorreu este ano, após Adriano sentir fortes dores na região abdominal. De acordo com Josy, hoje a doença afeta testículos, estômago e pulmões dele. O tratamento de quimioterapia foi iniciado nessa segunda-feira (18/7) e ele continuará a fazê-lo por mais seis meses, no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Desde que foi confirmado o câncer, em maio, ele passou um mês tomando fortes medicamentos para minimizar as dores até que chegasse o início do tratamento. “Quase todos os dias estávamos no hospital e em clínicas para fazer exames e consultas com especialistas para ter certeza de que o câncer não tinha espalhado para outras áreas”, conta.

Os médicos responsáveis pelo tratamento afirmam que, mesmo em estágio avançado, o paciente tem possibilidade de reagir bem aos tratamentos quimioterápicos, o que renovou as esperanças dos dois. “Agora estou mais tranquila, pois a fase do choque já passou. Procuro ser positiva para que ele mantenha a esperança e se sinta motivado. Sei que ele finge que está tudo bem, mas consigo sentir o medo que ele transparece no olhar”, diz.

Embora a quimioterapia seja feita em uma unidade de saúde pública, Adriano e Josy precisam de ajuda para pagar os medicamentos, exames clínicos e custear o transporte para levar o brasiliense de Planaltina para o centro da capital.

Solidariedade 
O Ginásio de Funções Múltiplas, onde será feita a galinhada, fica próximo à rodoviária de Planaltina. Quem tiver interesse em comprar o ingresso para o evento ou ajudar o casal com as despesas do tratamento basta entrar em contato pelos telefones (61) 98465-2163 ou 99999-4061.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Sobre respeito e amor

Sempre vou levantar as bandeiras do respeito e amor ao próximo. A história dessa família é igual a todas as outras, com a base formada pelos responsáveis e os filhos. Sabe qual é a diferença que eu enxergo nelas? O respeito. 

Precisamos ser mais tolerantes, enxergar o outro e parar com a discriminação porque ele não pensa igual a você. 


E aqui, não estou falando de aceitar, concordar ou apoiar. Estou falando de respeito. 


RESPEITO: Ato ou efeito de respeitar-se.


Em tempos de desentendimentos, brigas, problemas, guerras, o amor tem que ser divulgado, trabalhado e usado diariamente. 


Mais amor, por favor!




Fonte: Correio Braziliense - Blog Carmela

A história de Mateus, Samuel e Felipe. E de suas duas mães

Uma conversa ininterrupta com Marília e Vanessa soa improvável. Os filhos não deixam. Samuel, Felipe e Mateus correm pela casa, tentam driblar o jantar, não querem escovar os dentes, não gostam da hora de dormir. Preferem brincar, assistir à televisão e entreter as visitas. Eventualmente, pulam nos colos das mães e pedem beijos. Como em qualquer outra família.
Casadas há 14 anos, as duas servidoras públicas ilustram a nova família brasileira, onde a diversidade e as diferenças são acolhidas. “Nos conhecemos na fila de um concerto de música clássica. Eu gostei dela de cara e peguei o contato de um amigo. Logo no dia seguinte, mandei e-mail para ele sugerindo um cinema e enfatizando que ela deveria ser convidada. Acabou que ele não foi, mas ela sim”, conta Marília Serra, concursada do Senado Federal.
Depois da sessão de Cidade de Deus, que ganhou ares românticos, algumas mensagens e conversas pelo telefone, Vanessa Bhering aceitou o convite para um jantar. Desde então, passaram a viver juntas, compartilhar o cotidiano e dividir sonhos. O maior deles era o crescimento da família. “Eu sempre fui louca para engravidar. Queria passar pela experiência da gestação. Marília também sempre quis constituir família”, comenta Vanessa, arquiteta, que também trabalha no Senado.
Foi ela a primeira a encarar a gravidez, depois de recorrerem a um banco de sêmen e escolherem um doador anônimo. Samuel nasceu em 2010, depois de uma cesárea. Pouco mais de um ano, foi a vez de Marília parir os gêmeos Felipe e Mateus, também por meio de uma cesárea. As crianças foram recebidas com amor e apoio dos familiares e amigos. Como em qualquer outra família.
Ainda assim, e como esperado, as crianças começam a demonstrar curiosidade quanto ao fato de terem duas mães. “As meninas não casam com meninos?”, perguntou o mais velho, um dia desses. Por meio de exemplos pessoais, casais de amigos e um diálogo aberto, elas começam desmistificar essas estruturas familiares engessadas e mostram a eles que a base da família deve ser o amor, e não gêneros. Na certidão de nascimento de Samuel, Felipe e Mateus constam o nome dos quatro avós. Os três recebem o mesmo sobrenome: Serra Bhering. E os três são registrados como filhos de Marília e Vanessa.
Preconceito e intolerância
“Nunca sofremos resistência ou tivemos o dedo apontado para nossa cara, mas sabemos que vivemos em uma bolha de tolerância. Uma exceção quando pensamos no panorama brasileiro, onde tantos apanham, são mortos, hostilizados, por conta da orientação sexual, pela vontade de também constituírem uma família”, observa Vanessa. Foi por conta desse desconforto que elas compreenderam que poderiam, de alguma forma, levantar esse debate como vozes proeminentes.
“Depois de assistir ao discurso de acolhimento de uma senadora na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, na Câmara, propus uma audiência pública sobre a diversidade das famílias. A audiência aconteceu e, a partir dela, surgiu a ideia de criarmos uma entidade representativa. Assim foi fundada a Abrafh (Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas)”, relembra Marília, que trabalha como vice-presidente da instituição.
“Transmitimos uma mensagem de acolhimento. Oferecemos ajuda, consultoria jurídica e orientação. Não se trata de um grupo voltado somente para o público LGBT, mas aberto a todos que sejam do bem e defendam a família, seja como for”, complementa a servidora.
“Crianças felizes” 
A história de Marília e Vanessa (chamadas pelas crianças por “mamis” e “mamãe”) inspirou a cineasta brasiliense Daniella Cronenberger, que levou essa jornada para as telas. O filme Em defesa da família, selecionado para a mostra Short Film Corner, do Festival de Cannes, traz o dia a dia dessas mulheres e seus três filhos. As filmagens foram feitas no trabalho, na escola das crianças, na casa onde moram. “Na escola, as outras mães nos procuram para dizer o quanto estão contentes por terem esse exemplo na classe. São pequenas vitórias que nos motivam”, declara a arquiteta.
A própria Vanessa também se engajou e fez questão de levar o diálogo aos pequenos. Em breve, ela lança o livro infantil Uma pergunta muito esquisita, que conta a história do personagem Chico, criado por duas mães. “Escutamos muito: ‘Quem é a mãe de verdade?’. Foi justamente essa indagação que me levou a escrever”. No enredo, adaptado para o mundo infantil, os leitores irão esbarrar com a resposta: “Não há mãe de mentira”.
Na casa dos Serra Bhering, já passa das 20h e elas precisam colocar as crianças na cama. Mateus adormeceu no sofá. Felipe tenta se livrar da fantasia de super-homem e Samuel busca o pijama. Amanhã, tudo começa novamente. Acordar, almoçar, trabalhar, deixar as crianças na escola, buscá-las. “Você acredita que a correria é tanta que fui pegá-las no colégio e esqueci as mochilas? Ainda bem que não foi o oposto”, brincou Vanessa, ao se despedir.
O bom humor é a marca da família. “São crianças muito felizes. Educadas e muito atenciosas. Estão sempre rindo por aí e exibindo as mães”. E quem disse não foi nem Marília, nem Vanessa. Foi o porteiro do prédio. “Elas me chamam de Tio Bené”. E ele encheu a boca para falar das moradoras: “Quem quer respeito, respeita. E elas são assim. Por isso, são muito queridas por aqui. Não tem nada de diferente não. São duas mulheres trabalhadoras que vivem em virtude dos filhos”. E completou: “Como em qualquer outra família”.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Filme: Love, Rosie (Simplesmente Acontece)


Na linha dos filmes de Comédia Romântica com bons toques de humor, "Love, Rosie" (Simplesmente Acontece) me conquistou. Ontem assisti o longa e gostei muita da história é cheia de encontro, desencontros e um amor que nasce da amizade. 

Nos papéis principais estão Lily Collins (que fez a Branca de Neve em Espelho, Espelho Meu) e Sam Clafin (Piratas do Caribe, Branca de Neve e o Caçador e Jogos Vorazes) com uma sintonia e humor excelentes, que até me surpreendeu porque não tinha achado a atuação de Lily a melhor no papel de princesa.

Os atores britânicos dão vida aos amigos Alex e Rosie, que cresceram juntos em Londres, e aos poucos vão vendo seus caminhos se afastarem cada vez mais. Alex ganha uma bolsa para estudar medicina em Harvard, e Rosie muda totalmente o rumo de sua vida após a formatura no colegial, quando o amigo vai morar nos Estados Unidos.


Além do toque de amor típico das comédias românticas, "Love, Rosie" traz o humor dos ingleses, a solução do "chá para tudo" e um cenário lindo de praias e campos.

Recomendo o filme, é fofo na medida e garante boas risadas! #apaixonante



Sinopse do site Adoro Cinema
Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dave Mathews Band - You and Me

Sempre que escuto essa música sinto uma energia muito boa e ela é ótima para a sexta!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Dave Mathews Band - Lying In The Hands of God

Para os apaixonados... para a terça ficar mais doce!





Simplesmente incrível!


Quem já leu o livro "O Inferno de Gabriel" entenderá. Em breve escrevo a respeito dessa linda história, terminei o primeiro livro ontem!