Competições e apresentações de cães movimentam primeira feira pet de Brasília
Nutrição, saúde, higiene, estrutura e beleza fazem parte dos critérios que serão analisados na Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça do Kennel Clube de Brasília, que fará parte do Brasília Pet Show. A primeira edição do Brasília Pet Show é aberta ao público nos dias 22 e 23 de novembro, com entrada gratuita. A feira acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em uma área de 11.900 m² na ala sul do térreo. É esperado cerca de, no mínimo, 60 mil pessoas em dois dias.
Além da Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça, o evento contará com expositores de produtos e serviços voltados para animais de estimação, rodada de palestras promovidas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, Anclivepa-DF e Kennel Clube de Brasília, demonstrações de agility, de cães pastores e de cães do batalhão da Polícia Militar do DF (BPCães), fazendinha com diversos animais, brinquedoteca para crianças e praça de alimentação. Além disso, haverá também a participação de criadores de cães, gatos e outros animais, de inúmeras entidades de proteção animal e do projeto cão-guia de cegos.
O evento, realizado pelo Kennel Clube Brasília, terá transmissão ao vivo pelo site www.kcbdf.com.br. Os proprietários que não puderem acompanhar seus cães em competição poderão ver sua performance no conforto de suas casas em tempo real. Para quem quiser participar da exposição, as inscrições vão até 17 de novembro e devem ser feitas exclusivamente pelo site www.dogshow.com.br. Os valores variam entre R$ 60 por filhote e R$ 120 por jovem/adulto. “Qualquer pessoa pode participar da exposição desde que seu cão seja de raça pura e tenha pedigree. Esperamos cerca de 500 cães inscritos”, explica Rafael Crispim, um dos organizadores do evento.
Sobre a Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça
A Exposição de cães de raça é uma modalidade esportiva na qual os clubes cinófilos congregam criadores e proprietários de diferentes raças, organizadas por critérios de utilidade, com a finalidade de premiar os melhores, segundo o padrão ideal definido para cada raça. As exposições caninas estão entre as atividades esportivas mais ordenadas, tudo é regido por normas e regulamentos.
Os animais inscritos são apresentados à opinião de um árbitro que concede, de acordo com uma série de critérios dos padrões específicos de cada raça, os prêmios para aqueles que se destacam dos demais exemplares participantes, por sua tipicidade, equilíbrio emocional, atributos físicos, qualidade e movimentação.
Para os criadores, é oportunidade de submeter a um avaliador qualificado, o árbitro, o seu cão, de modo a verificar se o resultado de sua criação está no caminho correto ou se necessita mudanças.
O objetivo mais importante de uma exposição canina é a divulgação das raças, de forma a proporcionar maior conhecimento sobre os cães. “As exposições são oportunidades únicas para ver, em conjunto, vários exemplares da mesma raça e poder compará-los, em busca do cão perfeito”, explica Leonir Bampi, presidente do Kennel Clube.
Nas exposições compete-se pelo prazer da disputa; pela divulgação do nome do canil; para mostrar o fruto de um trabalho de seleção e aprimoramento genético; e pela busca por pontos para os títulos de Melhores de Raças, de Grupo, de Exposição, Campeonatos Nacionais, Pan-americanos, Internacionais e Especializados, que darão destaque ao cão e, em consequência, ao criador, proprietário e também ao apresentador.
Além da Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça, o evento contará com expositores de produtos e serviços voltados para animais de estimação, rodada de palestras promovidas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, Anclivepa-DF e Kennel Clube de Brasília, demonstrações de agility, de cães pastores e de cães do batalhão da Polícia Militar do DF (BPCães), fazendinha com diversos animais, brinquedoteca para crianças e praça de alimentação. Além disso, haverá também a participação de criadores de cães, gatos e outros animais, de inúmeras entidades de proteção animal e do projeto cão-guia de cegos.
O evento, realizado pelo Kennel Clube Brasília, terá transmissão ao vivo pelo site www.kcbdf.com.br. Os proprietários que não puderem acompanhar seus cães em competição poderão ver sua performance no conforto de suas casas em tempo real. Para quem quiser participar da exposição, as inscrições vão até 17 de novembro e devem ser feitas exclusivamente pelo site www.dogshow.com.br. Os valores variam entre R$ 60 por filhote e R$ 120 por jovem/adulto. “Qualquer pessoa pode participar da exposição desde que seu cão seja de raça pura e tenha pedigree. Esperamos cerca de 500 cães inscritos”, explica Rafael Crispim, um dos organizadores do evento.
Sobre a Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça
A Exposição de cães de raça é uma modalidade esportiva na qual os clubes cinófilos congregam criadores e proprietários de diferentes raças, organizadas por critérios de utilidade, com a finalidade de premiar os melhores, segundo o padrão ideal definido para cada raça. As exposições caninas estão entre as atividades esportivas mais ordenadas, tudo é regido por normas e regulamentos.
Os animais inscritos são apresentados à opinião de um árbitro que concede, de acordo com uma série de critérios dos padrões específicos de cada raça, os prêmios para aqueles que se destacam dos demais exemplares participantes, por sua tipicidade, equilíbrio emocional, atributos físicos, qualidade e movimentação.
Para os criadores, é oportunidade de submeter a um avaliador qualificado, o árbitro, o seu cão, de modo a verificar se o resultado de sua criação está no caminho correto ou se necessita mudanças.
O objetivo mais importante de uma exposição canina é a divulgação das raças, de forma a proporcionar maior conhecimento sobre os cães. “As exposições são oportunidades únicas para ver, em conjunto, vários exemplares da mesma raça e poder compará-los, em busca do cão perfeito”, explica Leonir Bampi, presidente do Kennel Clube.
Nas exposições compete-se pelo prazer da disputa; pela divulgação do nome do canil; para mostrar o fruto de um trabalho de seleção e aprimoramento genético; e pela busca por pontos para os títulos de Melhores de Raças, de Grupo, de Exposição, Campeonatos Nacionais, Pan-americanos, Internacionais e Especializados, que darão destaque ao cão e, em consequência, ao criador, proprietário e também ao apresentador.
A Exposição serve ainda para troca de experiências de criação; divulgação de raças e dos clubes cinófilos; oportunidade de lazer para o público em geral; integração entre pessoas e animais; geração de empregos por meio das atividades de handlers e pessoal de serviços de apoio; divulgação de produtos e serviços especializados para cães; e incentivo ao turismo e ao comércio local (hotel, restaurantes, serviços, etc.).
Os cães são divididos em 10 grupos de acordo com a Confederação Brasileira de Cinofilia - CBKC (órgão máximo que orienta a criação de todas as raças puras no território nacional) que adota a divisão da Fédération Cynologique Internacionale - FCI (com sede na Bélgica, que regulamenta a cinofilia no plano internacional). Além disso, a CBKC registra os cães nacionais e estrangeiros, não reconhecidos pela FCI, que fazem parte do 11º Grupo.
No julgamento, os cães são divididos por raças, por sexo (fêmeas e machos) e em classes, segundo a faixa etária e os títulos já obtidos pelo exemplar. Após o julgamento da raça, os cães vencedores concentram-se em grupos, conforme a função que desempenham e para a qual foram criados: 1° Grupo - Pastores e Boiadeiros, exceto os Suíços, 2° - Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços, 3° – Terriers, 4° – Dachshunds, 5° - Spitz e Primitivos, 6° - Hounds e Rastreadores, 7° - Cães de Aponte, 8° - Levantadores, Retrievers e de Água, 9° - Cães de Companhia, 10° - Lebréis, Galgos e raças assemelhadas e 11º - raças nacionais/estrangeiras não reconhecidas pela FCI.
A competição tem três fases. Na primeira, para um melhor julgamento de cada raça, o juiz, inicialmente, analisa os exemplares divididos por classes e finaliza escolhendo o melhor macho e a melhor fêmea. Do confronto entre eles se escolhe o Melhor da Raça. Na segunda, os vencedores de raças disputam, dentro de seu grupo, os 4 melhores cães deste grupo. O cão vencedor do 1° lugar de Grupo está habilitado a disputar com os demais ganhadores dos outros grupos o título de Melhor da Exposição. Ou seja, os 11 melhores cães de seus respectivos grupos competem em uma final pelo cobiçado título de Best in Show. Esta é a terceira fase e a mais esperada pelos participantes e organizadores, pois são escolhidos os cinco melhores cães de toda a exposição, analisando-se os 11 ganhadores de Grupo.
O ganhador do 1° lugar é considerado o melhor cão de toda a exposição e terá o título de Best in Show. Este cão ganhará o maior troféu oferecido na exposição.
Demonstrações de Agility
O Agility nasceu, em 1978, na Inglaterra como entretenimento para o público que visitava e assistia o Crufts Dog Show, a mais famosa exposição de cães da Europa. O intuito era distrair os visitantes. O que começou como distração hoje é muito mais. Agora baseado em provas hípicas, o Agility consiste em fazer o cão percorrer um circuito de obstáculos no menor tempo possível e com o menor número de faltas. Se as regras não forem seguidas, a dupla condutor/cão é desclassificada. Até o momento da prova, a dupla não conhece o percurso, que é montado momentos antes pelo árbitro. O condutor faz um prévio reconhecimento do percurso antes da prova ser iniciada estabelecendo uma estratégia. O Agility não é uma prova de velocidade, mas sim de habilidade. Por isso, as faltas nos obstáculos são mais importantes do que as faltas de tempo. O Agility, como esporte, deixa em forma os cães e seus apresentadores, ajuda a fazer novos amigos e age como uma terapia antiestresse.
Demonstração de Pastoreio
Cada vez mais os cães assumem um lugar de importância na vida do homem. Seja como companheiro de caminhadas, seja como guardião de propriedades ou, ainda, utilizando seus instintos no pastoreio de rebanhos. Foi através do estudo e compreensão da forma como os cães e os lobos caçavam que o homem pode iniciar a seleção dos cães que melhor se adaptavam a este estilo e, a partir deles, produziu raças ‘modernas’ com o objetivo de que trabalhassem arrebanhando, conduzindo e, principalmente, não agredindo os rebanhos, já que a comida é fornecida pelo homem. No caso das raças pastoras, menos importante do que os padrões estéticos, as criações buscam produzir filhotes saudáveis com extremo potencial de trabalho e a seleção dos reprodutores é feita levando-se em conta o histórico familiar de aptidão ao trabalho de pastoreio.
Demonstração das atividades com cães da PMDF (BPCães)
O Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) da PMDF é considerado, pelo comandante da unidade, como ferramenta não letal no combate à violência no DF e entorno. Sua principal missão é o apoio em ocorrências policiais da PMDF. As operações do BPCães são geralmente em conjunto com unidades operacionais da PMDF e incluem captura de foragidos, apreensão de narcóticos e de armas de fogo e detecção de artefatos explosivos. Os cães das raças pastor alemão, pastor belga, rotweiller e doberman, cada um com suas peculiaridades, são treinados diariamente para atuarem em diferentes missões. O auxílio a outros policiais de unidades operacionais na Polícia Civil do DF, na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, no sistema prisional ou em operações no entorno fazem parte do dia a dia do BPCães.
Projeto Cão-Guia para Cegos
O Projeto Cão-Guia de Cegos atua em Brasília desde 2002. O Projeto é conduzido pela Associação Brasiliense de Ações Humanitárias - ABA, uma Organização Social que busca melhorar a qualidade de vida de pessoas com lesões visuais. No Brasil existem, atualmente, menos de 70 cães-guia. Para efeito de comparação, nos EUA são entregues por ano cerca de 150 cães treinados a pessoas com deficiência visual. As estatísticas mostram que há 3,9 milhões de deficientes visuais no Brasil. Internacionalmente, 1% a 2% deles utilizam um cão-guia. No Brasil, o número estimado de potenciais usuários seria de, pelo menos, 39 mil pessoas. O processo de seleção dos cães-guia é complexo e composto por diversas etapas, que passam pela seleção genética de matrizes e padreadores, reprodução e nascimentos assistidos, socialização dos filhotes, seleção dos animais compatíveis com a finalidade, treinamento específico para a função, adaptação ao deficiente visual e, finalmente, entrega do animal ao seu utilizador.
Programação Evento:
Sábado, dia 22
Exposição Internacional e Pan-Americana de Cães de Raça
9h às 18h - julgamento de raças e grupos
Intervalo da Exposição Internacional de Cães
12h30 às 14h - apresentação dos cães do BPCães, agility, pastoreio e desfile de cães especiais (cães com necessidades especiais)
Palestra Kennel Clube de Brasília
9h às 19h - Genética e Criação de Cães
PhD. Silvia Edelweiss Crusco
Graduada em Medicina Veterinária e Zootecnia – USP
Mestre e Doutora em Reprodução Animal – USP
Pós-doutora pela FMVA-Unesp-Araçatuba
Professora Titular de Reprodução Animal e Biotecnologia da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIP e da Anhanguera
Domingo, dia 23
Exposição Internacional e Pan-Americana de Cães de Raça
9h às 18h - julgamento de raças, grupos e final de exposição (Best in Show)
Intervalo da Exposição Internacional de Cães
12h30 às 14h - apresentação dos cães do BPCães, agility, pastoreio e desfile de cães especiais (cães com necessidades especiais)
Palestras Anclivepa-DF
9h às 10h30 - Um olhar sobre as raças caninas: o que elas têm de particular do ponto de vista oftalmológico?
MD Mario Falcão
Mestre em cirurgia com concentração em oftalmologia - UPIS
10h30 às 12h - Controle de vetores em clínicas, canis e residências: prevenção e saúde
Prof. Dr. Fred Julio da Costa Monteiro - LACEN - AP
Mesa redonda sobre Leishmaniose - CRMVDF
14h às 14:30h - Leishmaniose, aspectos epidemiológicos
PhD Leucio Câmara Alves
Graduado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco
Pós doutor pela Universidade da Georgia, EUA em Parasitologia (1996)
14:30h às 15:00h - Política Sanitária para Leishmaniose no Brasil
MD Lucas Edel Donato
Mestre em Epidemiologia e Doenças infecciosas pela Universidade de Brasília
Membro do grupo técnico das Leishmanioses do Ministério da Saúde
15h às 15:30h - Aspectos legais e jurídicos da Leishmaniose no Brasil
Dr. Luis Antônio de Moura
Advogado especialista em direito sanitário
Doutor em Ciência Animal
Auditor de Atividades Urbanas - VISA da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Os cães são divididos em 10 grupos de acordo com a Confederação Brasileira de Cinofilia - CBKC (órgão máximo que orienta a criação de todas as raças puras no território nacional) que adota a divisão da Fédération Cynologique Internacionale - FCI (com sede na Bélgica, que regulamenta a cinofilia no plano internacional). Além disso, a CBKC registra os cães nacionais e estrangeiros, não reconhecidos pela FCI, que fazem parte do 11º Grupo.
No julgamento, os cães são divididos por raças, por sexo (fêmeas e machos) e em classes, segundo a faixa etária e os títulos já obtidos pelo exemplar. Após o julgamento da raça, os cães vencedores concentram-se em grupos, conforme a função que desempenham e para a qual foram criados: 1° Grupo - Pastores e Boiadeiros, exceto os Suíços, 2° - Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços, 3° – Terriers, 4° – Dachshunds, 5° - Spitz e Primitivos, 6° - Hounds e Rastreadores, 7° - Cães de Aponte, 8° - Levantadores, Retrievers e de Água, 9° - Cães de Companhia, 10° - Lebréis, Galgos e raças assemelhadas e 11º - raças nacionais/estrangeiras não reconhecidas pela FCI.
A competição tem três fases. Na primeira, para um melhor julgamento de cada raça, o juiz, inicialmente, analisa os exemplares divididos por classes e finaliza escolhendo o melhor macho e a melhor fêmea. Do confronto entre eles se escolhe o Melhor da Raça. Na segunda, os vencedores de raças disputam, dentro de seu grupo, os 4 melhores cães deste grupo. O cão vencedor do 1° lugar de Grupo está habilitado a disputar com os demais ganhadores dos outros grupos o título de Melhor da Exposição. Ou seja, os 11 melhores cães de seus respectivos grupos competem em uma final pelo cobiçado título de Best in Show. Esta é a terceira fase e a mais esperada pelos participantes e organizadores, pois são escolhidos os cinco melhores cães de toda a exposição, analisando-se os 11 ganhadores de Grupo.
O ganhador do 1° lugar é considerado o melhor cão de toda a exposição e terá o título de Best in Show. Este cão ganhará o maior troféu oferecido na exposição.
Demonstrações de Agility
O Agility nasceu, em 1978, na Inglaterra como entretenimento para o público que visitava e assistia o Crufts Dog Show, a mais famosa exposição de cães da Europa. O intuito era distrair os visitantes. O que começou como distração hoje é muito mais. Agora baseado em provas hípicas, o Agility consiste em fazer o cão percorrer um circuito de obstáculos no menor tempo possível e com o menor número de faltas. Se as regras não forem seguidas, a dupla condutor/cão é desclassificada. Até o momento da prova, a dupla não conhece o percurso, que é montado momentos antes pelo árbitro. O condutor faz um prévio reconhecimento do percurso antes da prova ser iniciada estabelecendo uma estratégia. O Agility não é uma prova de velocidade, mas sim de habilidade. Por isso, as faltas nos obstáculos são mais importantes do que as faltas de tempo. O Agility, como esporte, deixa em forma os cães e seus apresentadores, ajuda a fazer novos amigos e age como uma terapia antiestresse.
Demonstração de Pastoreio
Cada vez mais os cães assumem um lugar de importância na vida do homem. Seja como companheiro de caminhadas, seja como guardião de propriedades ou, ainda, utilizando seus instintos no pastoreio de rebanhos. Foi através do estudo e compreensão da forma como os cães e os lobos caçavam que o homem pode iniciar a seleção dos cães que melhor se adaptavam a este estilo e, a partir deles, produziu raças ‘modernas’ com o objetivo de que trabalhassem arrebanhando, conduzindo e, principalmente, não agredindo os rebanhos, já que a comida é fornecida pelo homem. No caso das raças pastoras, menos importante do que os padrões estéticos, as criações buscam produzir filhotes saudáveis com extremo potencial de trabalho e a seleção dos reprodutores é feita levando-se em conta o histórico familiar de aptidão ao trabalho de pastoreio.
Demonstração das atividades com cães da PMDF (BPCães)
O Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) da PMDF é considerado, pelo comandante da unidade, como ferramenta não letal no combate à violência no DF e entorno. Sua principal missão é o apoio em ocorrências policiais da PMDF. As operações do BPCães são geralmente em conjunto com unidades operacionais da PMDF e incluem captura de foragidos, apreensão de narcóticos e de armas de fogo e detecção de artefatos explosivos. Os cães das raças pastor alemão, pastor belga, rotweiller e doberman, cada um com suas peculiaridades, são treinados diariamente para atuarem em diferentes missões. O auxílio a outros policiais de unidades operacionais na Polícia Civil do DF, na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, no sistema prisional ou em operações no entorno fazem parte do dia a dia do BPCães.
Projeto Cão-Guia para Cegos
O Projeto Cão-Guia de Cegos atua em Brasília desde 2002. O Projeto é conduzido pela Associação Brasiliense de Ações Humanitárias - ABA, uma Organização Social que busca melhorar a qualidade de vida de pessoas com lesões visuais. No Brasil existem, atualmente, menos de 70 cães-guia. Para efeito de comparação, nos EUA são entregues por ano cerca de 150 cães treinados a pessoas com deficiência visual. As estatísticas mostram que há 3,9 milhões de deficientes visuais no Brasil. Internacionalmente, 1% a 2% deles utilizam um cão-guia. No Brasil, o número estimado de potenciais usuários seria de, pelo menos, 39 mil pessoas. O processo de seleção dos cães-guia é complexo e composto por diversas etapas, que passam pela seleção genética de matrizes e padreadores, reprodução e nascimentos assistidos, socialização dos filhotes, seleção dos animais compatíveis com a finalidade, treinamento específico para a função, adaptação ao deficiente visual e, finalmente, entrega do animal ao seu utilizador.
Programação Evento:
Sábado, dia 22
Exposição Internacional e Pan-Americana de Cães de Raça
9h às 18h - julgamento de raças e grupos
Intervalo da Exposição Internacional de Cães
12h30 às 14h - apresentação dos cães do BPCães, agility, pastoreio e desfile de cães especiais (cães com necessidades especiais)
Palestra Kennel Clube de Brasília
9h às 19h - Genética e Criação de Cães
PhD. Silvia Edelweiss Crusco
Graduada em Medicina Veterinária e Zootecnia – USP
Mestre e Doutora em Reprodução Animal – USP
Pós-doutora pela FMVA-Unesp-Araçatuba
Professora Titular de Reprodução Animal e Biotecnologia da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIP e da Anhanguera
Domingo, dia 23
Exposição Internacional e Pan-Americana de Cães de Raça
9h às 18h - julgamento de raças, grupos e final de exposição (Best in Show)
Intervalo da Exposição Internacional de Cães
12h30 às 14h - apresentação dos cães do BPCães, agility, pastoreio e desfile de cães especiais (cães com necessidades especiais)
Palestras Anclivepa-DF
9h às 10h30 - Um olhar sobre as raças caninas: o que elas têm de particular do ponto de vista oftalmológico?
MD Mario Falcão
Mestre em cirurgia com concentração em oftalmologia - UPIS
10h30 às 12h - Controle de vetores em clínicas, canis e residências: prevenção e saúde
Prof. Dr. Fred Julio da Costa Monteiro - LACEN - AP
Mesa redonda sobre Leishmaniose - CRMVDF
14h às 14:30h - Leishmaniose, aspectos epidemiológicos
PhD Leucio Câmara Alves
Graduado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco
Pós doutor pela Universidade da Georgia, EUA em Parasitologia (1996)
14:30h às 15:00h - Política Sanitária para Leishmaniose no Brasil
MD Lucas Edel Donato
Mestre em Epidemiologia e Doenças infecciosas pela Universidade de Brasília
Membro do grupo técnico das Leishmanioses do Ministério da Saúde
15h às 15:30h - Aspectos legais e jurídicos da Leishmaniose no Brasil
Dr. Luis Antônio de Moura
Advogado especialista em direito sanitário
Doutor em Ciência Animal
Auditor de Atividades Urbanas - VISA da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
15:45h às 17h – Mesa redonda
Moderador: Simone Bandeira
Presidente do CRMVDF
Serviço
Brasília Pet Show
Quando: 22 e 23 de novembro. Sendo dia 22, das 9h às 20h e no dia 23, das 9h às 18h.
Onde: SDC Eixo Monumental - Lote 05 - Eixo Monumental - SDN
Acessibilidade: Sim
Classificação Indicativa: Livre
Entrada: Gratuita
Capacidade de público: 60 mil pessoas
Mais informações: 3328-1081
www.brasiliapetshow.com.br
Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça
Inscrições: Até 17 de novembro
Exclusivamente pelo site www.dogshow.com.br.
Quanto:
JOVEM/ADULTO - R$120,00 por cão
FILHOTE: R$ 60,00 por cão
Obs: É obrigatória a apresentação da carteira de vacinação e atestado médico veterinário na exposição
Mais informações: http://www.brasiliapetshow.com.br/circular/CircularNOVEMBRO2014FINAL.pdf
Informações para Imprensa
Moderador: Simone Bandeira
Presidente do CRMVDF
Serviço
Brasília Pet Show
Quando: 22 e 23 de novembro. Sendo dia 22, das 9h às 20h e no dia 23, das 9h às 18h.
Onde: SDC Eixo Monumental - Lote 05 - Eixo Monumental - SDN
Acessibilidade: Sim
Classificação Indicativa: Livre
Entrada: Gratuita
Capacidade de público: 60 mil pessoas
Mais informações: 3328-1081
www.brasiliapetshow.com.br
Exposição Internacional e Pan-americana de cães de raça
Inscrições: Até 17 de novembro
Exclusivamente pelo site www.dogshow.com.br.
Quanto:
JOVEM/ADULTO - R$120,00 por cão
FILHOTE: R$ 60,00 por cão
Obs: É obrigatória a apresentação da carteira de vacinação e atestado médico veterinário na exposição
Mais informações: http://www.brasiliapetshow.com.br/circular/CircularNOVEMBRO2014FINAL.pdf
Informações para Imprensa
Mariane Oliveira – (61) 8133-3597
Escritório – (61) 3365-1379/ 3365-1261
Escritório – (61) 3365-1379/ 3365-1261

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