Filme com o felomenal Giovanni Improtta
Esse eu quero ver...
Fonte: Correio Braziliense
Personagem eternizado em novela chega aos cinemas em Giovanni Improtta
Ricardo Daehn
Prova suprema de que cinema não é tevê, e menos ainda, telenovela está estampada, na estreia de José Wilker na direção de uma prevista obra cômica derivada de escritos de Aguinaldo Silva (em livro, de um personagem eternizado na tevê, em Senhora do destino). Do roteiro desencontrado do longa à direção de arte (intencionalmente espalhafatosa) que lembra a do recente Cleópatra de Julio Bressane, o filme apresenta proporções lastimáveis, com parca pegada de graça. Poucas frases impõem o humor, entre elas: “Isso daqui é o Rio de Janeiro, nós somos pacíficos” e “Jogo do bicho não é crime, é contravenção”.
Partindo de um funeral à la Poderoso chefão, mas revestido de música lírica italiana e até escola de samba, a trama do longa se volta para a disposição do novo rico (e bicheiro) Improtta (Wilker) melhor se integrar — com o espesso caráter tosco — na dita alta sociedade. Passados quase 10 anos desde o sucesso da novela, o protagonista parece ter perdido a forma e a intimidade com o personagem (reconquistado, no terço final).
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